Advogado eleitoral Lincoln Mendes afirmou que tanto os candidatos como os eleitores devem respeitar as regras de uso de IA.

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Foto: Marcos Santos/USP Imagens

A utilização de Inteligência Artificial (IA) nas propagandas políticas ou na internet, como em grupos de WhatsApp, não pode ser feita para proliferação de notícias falsas e criação de vozes de pessoas mortas. A informação foi passada no programa Correio Debate, da Rede Correio SAT, nesta sexta-feira (14).

Em entrevista ao programa, o advogado eleitoral Lincoln Mendes afirmou que tanto os candidatos como os eleitores devem respeitar as regras de uso de IA. Caso contrário, podem sofrer penalidades.

“Não pode deturpar conteúdo, falsear a verdade através do uso de IA. Ela tem essas limitações para poder não interferir na vontade do eleitor. Iremos presenciar uso massivo de IA para criar jingles, peças publicitárias. O problema é quando se usa a IA utilizando vozes de pessoas mortas, criando fake news. É uma restrição tanto do candidato quanto do eleitor”, alertou o advogado.

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https://portalcorreio.com.br/eleicoes-ia-nao-pode-ser-usada-para-criar-fake-news-e-nem-vozes-de-pessoas-mortas-alerta-advogado/